terça-feira, 4 de março de 2014

COMO DEVEMOS ENSINAR AS CRIANÇAS A ORAR?




COMO DEVEMOS ENSINAR AS CRIANÇAS A ORAR?

1. Use uma canção especial para introduzir o tempo de oraçãoEscolha uma canção que fale sobre oração, ou uma canção que seja uma oração. Use a mesma canção semana após semana como introdução ao tempo deOração.

2. Numa Escola dominical nova, o professor deve ser o primeiro a orar.Quando uma igreja começa uma nova Escola Dominical, no início as crianças podem ficar assustadas ou envergonhadas àcerca da oração em frente de outros. Podem não saber orar. Para evitar problemas, o professor deve orar no princípio. Isto permite às crianças ouvirem como podem orar. O professor deve fazer uma oração pequena, natural, de forma simples. Então, as crianças vão saber que podem falar com Deus da mesma forma. Ele deve estar familiarizado com os princípios bíblicos sobre a oração para que não viole nenhum deles. Mas não deve ser sempre o professor a orar. Não queremos que as crianças pensem que a oração é exclusivamente para professores. Elas devem começar a orar o mais cedo possível.

3. Ensine um princípio sobre a oração de cada vez.

Fizémos uma lista de muitos princípios de oração.Escolha um que possa ajudar os seus alunos, e ensine um só princípio de cada vez. Continue a rever e a explicá-lo até que as crianças o compreendam e comecem a usá-lo. Cada princípio deve tomar entre duas a cinco semanas a ser interiorizado, dependendo da compreensão das crianças.

4. Continue a rever os pricípios que já ensinou

Todas as semanas, use uma parte do programa para rever rapidamente 3 ou 4 princípios de oração que elas já aprenderam. Isto pode ser feito fazendo perguntas ou começando uma frase e elas terem que a terminar. Ou, você pode dizer-lhes que vai dar um mau exemplo de oração e depois pedir-lhes que elas corrijam, e digam qual o princípio que foi violado. Depois de ter ensinado muitos dos princípios, não os reveja todos , todas as semanas. Escolha poucos de cada vez para revisão.

5. Coloque imediatamente em prática o princípio, logo que as crianças o aprendam.Depois de ter ensinado um princípio de oração, comece a demonstrar e a usar esse princípio. Exemplo: Se ensinou o princípio de que deve orar pelos lideres da sua igreja, durante a oração desse dia, certifique-se de que menciona os lideres da sua igreja local. Nas semanas seguintes, continue a lembrá-los na sua oração.

6. O que deve fazer se as suas crianças têm hábitos de oração que não são bíblicos?Se as crianças que tem na sua Escola Dominical vêem de campos não bíblicos, então elas podem estar a orar de formas que a Bíblia não aprova, mesmo na Escola dominical. Nos primeiros anos do meu ministério em África, uma vez, uma criança levantou-se na Escola dominical e orou fervorosamente a Maria. Contudo, não lhe vai acontecer muito destas situações se você ensinar sobre oração. Antes das crianças começarem a orar, pergunte-lhes: “A quem devemos orar?” (Ao nosso Deus Pai) “Em Nome de quem oramos?” (No Nome de Jesus)

Não podemos controlar o que as crianças fazem em casa, ou nas igrejas que possam frequentar ao mesmo tempo que vão à Escola dominical, mas você pode ser um bom exemplo na Escola Dominical. Se uma criança começar a orar de uma maneira não bíblica diante de toda a classe, não a envergonhe. Não se zangue nem a repreenda. No entanto, termine, imediatamente com essa oração. Pode fazer algo como isto: “Desculpa.” (Diga-o de forma firme mas não com uma voz zangada) ponha a mão sobre o seu ombro se ele continuou a orar. Depois diga mais ou menos isto: “Desculpa, Tu não sabes como nós costumanos orar ou esqueceste-te. Na Escola Dominical, nós só oramos como a Bíblia diz. Nós oramos (então mostre-lhe a forma correcta, por exemplo: A Deus, no Nome de Jesus.Amen. Dê-lhe uma outra oortunidade, se ele quiser, e, no fim da Escola dominical, fale com ele em privado, fazendo-o compreender porque é que você o interrompeu, e que não está zangado com ele. Talvez até o possa elogiar pela forma como acabou por orar. Tente terminar a sua conversa de forma positiva. Se as crianças o informarem de que, em casa, oram de forma diferente, pode dizer: “Na nossa Escola dominical, gostamos de orar como a Bíblia diz”.

7. Peça voluntários para orar, em vez de forçar

Pode perguntar quem quer orar, e só depois escolher uma criança. Ou pode perguntar com antecedência a algumas crianças se elas querem orar. Deixe várias crianças orarem, não sempre as mesmas.

8. Encoraje as crianças que oram bem

Quando as crianças estão a usar bem os princípios que você ensinou, reconheça o esforço delas e encoraje-as. Pode dizer isto: “Foi uma óptima oração. Lembraste-te … … “(seja qual fôr o princípio que a criança usou)

9. Dê às crianças boas ideias sobre assuntos de oração

Você pode trazer à frente 3 ou 4 crianças para orar. Dê a cada uma, um assunto de oração. Exemplo: primeira criança – somente louva a Deus. Segunda criança: Ora pelo nosso pastor e lideres da igreja. Terceira criança: ora pelos que estão doentes. Quarta criança: Ora pelas crianças da vila que não são salvas. Quinta criança – Ora pelas crianças noutros países onde é difícil ser-se cristão, como a Líbia, Sudão etc.

10. De tempos a tempos, use canções como orações

Uma canção pode ser, ela própria, uma oração. As crianças podem cantá-la numa atitude de oração, e no seu coração vai tornar-se uma oração. Exemplo: Uma canção pode ser uma oração que busca cura. À medida que as crianças cantam, peça às que estão doentes que se levantem ou levantem as suas mãos. Uma canção pode falar de perdão. Peça às crianças que, em silêncio, pensem nos seus pecados e depois cantem todos juntos, pedindo que Deus as perdoe.

ALGUNS PRINCÍPIOS BÍBLICOS SOBRE ORAÇÃO (Lembre-se, em qualquer ordem)

1. É muito importante que os cristãos orem Marcos 13:33, Lucas 6:12, Tiago 5:16-18

2. Deus está desejoso para nos ajudar, mas Ele espera que Lhe peçamos.Mateus 7:11, Salmos 65:2, Jeremias 33:3

3. Podemos orar a qualquer altura,em qualquer lugarSalmos 55:17, I Timóteo 2:8

4. Podemos pedir ajuda a Deus nos momentos difíceis ou em tempos de problemas.Salmos 27:5, 91:15

5. Devemos orar somente a Deus, e a mais ninguém nem a nada.Mateus 6:9, Lucas 4:8

6. Devemos orar a Deus no Nome de JesusI Timóteo 22:5, João 14:13

7. Devemos agradecer e louvar a Deus I Tessalonissences 5:16-18

8. Devemos orar até que venha a resposta, mesmo que demore muito tempo. Lucas 18:1, I Tessalonissences 5:17

9. Podemos orar de joelhos (Lucas 22:4) de pé (Marcos 11:25) com as mãos unidas ou com as mãos levantadas (I Timóteo 2:8), ou sejaa, em qualquer posição.

10. Podemos orar a Deus cantando (Salmos 9:1-2, Tiago 5:13) ou chorando (Salmos 39:12)

11. Devemos estar preparados para aceitar a vontade de Deus em todos os assuntos que orarmos. (Lucas 22:42, I João 5:14)

12. Devemos perdoar os que nos fizeram mal ou nos feriram se queremos que Deus responda às nossas orações. (Mqteus 6:14-15)

13. Devemos confessar os nossos pecados, senão eles podem impedir que as nossas orações sejam respondidas. (Isaías 59:1-2, João 9:31)

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A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO




A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO

Orai sem cessar. (I Ts 5:17)

Talvez, você professor, tenha uma vida de devoção a Deus, mas não se sente motivado a ajudar as crianças a formar uma vida de prática da oração. Saiba que é o Senhor Jesus, através do seu Santo Espírito, que irá ensinar, nós somos apenas o meio pelo qual Ele fará a obra.
Quando você fizer a oração com as crianças, não precisará usar palavras difíceis ou expressões teológicas, a simplicidade em suas orações é importante para que elas entendam esta maravilhosa prática cristã.
Orar pelos seus alunos poderá trazer enormes benefícios para a vida espiritual deles, como também para o entendimento da lição que será ministrada por você, os resultados serão maravilhosos!
Comece com orações de agradecimentos, depois passe a orar pelos motivos que surgirem necessidade em sala de aula ou que fazem parte da vida de cada uma delas. Lembrando sempre de separar um momento para contar as bênçãos alcançadas, para que a fé das crianças venha aumentar, à medida que percebem que suas orações estão sendo atendidas.
Procure ter oportunidades para você dirigir a oração, pois, quando elas ouvirem você orando e observarem a sua fé, elas também terão muito mais confiança quando tiverem suas experiências de oração.
Se desejamos que as nossas crianças tenham confiança em Deus, é necessário que a vida do professor seja um exemplo de fé no poder da oração.

COMO INCENTIVAR A ORAÇÃO NA VIDA DOS ALUNOS
O professor necessita ensinar as crianças não apenas sobre a oração, mas efetivamente como orar. Independentemente da idade da criança, a oração deverá ser ensinada e praticada, pois à medida que crescerem juntos, criança e professor, nesta busca de Deus, irão aprender muitas lições preciosas de fé.
Há várias formas de orar com as crianças e por elas:

ORAÇÃO DO PAI NOSSO
Fazer a oração do Pai Nosso, ensinada por Jesus (Mt 6:9-13), com as crianças no início ou no final da aula é imprescindível, pois ajudará a memorização, como, também, desenvolverá os pensamentos e palavras que compõe a oração individual.

ORAÇÃO EM CARTAZ OU CARTÕES
Você também poderá facilitar esse momento, escrevendo uma oração em cartaz ou cartões pequenos onde todos poderão ler, de preferência que a cada semana você e as crianças mudem as palavras da oração.

ORAÇÃO VOLUNTÁRIA
Sempre que possível permita que uma criança se manifeste voluntariamente, com o desejo de orar no final da aula, e bom que todos os alunos tenham oportunidade para expressar com suas próprias palavras a gratidão a Deus pela maravilhosa aula que tiveram.

AMIGOS DE ORAÇÃO
Coloque o nome de todas as crianças em pequenos papéis e dobre. Peça que cada criança pegue um papel, a oriente dizendo que o nome que ela tirar, será o seu amigo de oração, pelo qual irá orar naquele mês em segredo. No dia da revelação o professor poderá pedir que cada criança traga uma caixa de bombons que será entregue ao amigo por quem orou ou outro presente, de acordo com as possibilidades.

A CAIXA DO “MUITO OBRIGADO”
Poderá ser confeccionada pelas crianças. É necessário apenas uma caixa de sapato encapada e bem colorida ou poderá ser trabalhada com grãos de feijão, soja, ervilha, etc., formando desenhos lindos, de acordo com a criatividade do professor e das crianças.
A caixa do “Muito Obrigado” deverá ser colocada em uma mesa no canto da sala ou na própria mesa que é utilizada pelo professor, onde as crianças deverão escrever suas orações de agradecimentos a Deus por alguma benção alcançada na semana, em pequenas tiras de papel que serão colocadas dentro da caixa.
No final da aula é só escolher um momento especial para orar e lembrar de Deus e de sua bondade.

CADERNO DE ORAÇÃO
Para as crianças maiores é muito importante o caderno de oração, que se trata apenas de um caderno simples onde neles serão escritos os pedidos de orações a Deus, tanto para suas próprias vidas, como também, intercedendo por algum amiguinho ou parente que esteja precisando. Não esquecer de separar algumas páginas no final do caderno para anotar as bênçãos alcançadas.

DIÁRIO DE ORAÇÃO
É interessante também incentivar as crianças maiores a terem cada uma o seu diário de oração, onde colocarão os seus pedidos de orações particulares. A criança saberá que seu diário é sua propriedade E tudo o que for escrito nele ficará apenas entre ela e Deus.
A criança deverá ser incentivada a escrever palavras de gratidão a Deus ou anotar os acontecimentos importantes de sua vida, onde Deus se fez presente.
Não esqueça de sempre colocar a data da oração e o motivo pelo qual orou, e, também, a data em que Deus respondeu e como respondeu. Precisamos incentivá-la a colocar a sua fé em prática, sabendo que Deus sempre responde as nossas orações no seu tempo e do seu modo.


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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Congresso das crianças 2013. "UM PLANO". Mateus1:21

                                                                       Igreja  cheia!


                                                       Abelarda, sempre uma figura!

                                                                Lembrancinha estojinho.


                                            Meninos  cheios do Espírito Santo e de atitude!

                                                            Meninas bailarinas lindas!



                                           Tia Lu ministrando e as crianças quietinhas ouvindo.
                                                  Não havia lugar para os pastores sentarem!


CORTE A CORDA


Contam que um alpinista, desesperado por conquistar uma altíssima montanha, iniciou sua escalada depois de anos de preparação. Como queria a glória só para si, resolveu subir sem companheiros.

Durante a subida, foi ficando mais tarde e mais tarde e ele, para ganhar tempo, decidiu não acampar, sendo que continuou subindo. E, por fim, ficou escuro.


A noite era muito densa naquela ponto da montanha, e não se podia ver absolutamente nada. Tudo eram trevas, visibilidade zero, a lua e as estrelas estavam encobertas pelas nuvens.

Ao subir por um caminho estreito, a poucos metros do topo, escorregou e precipitou-se pelos ares, caindo a uma velocidade vertiginosa.

Naqueles breves segundos da sua queda, sua vida passava-lhe inteira à sua frente. Quando a morte já lhe era certa, de repente, um fortíssimo solavanco causado pelo esticar da corda a qual estava amarrado e que, por sorte, prendera-se às rochas.

Nesse momento de solidão, suspenso no ar, não havia nada que pudesse fazer, senão pedir socorro aos céus: 

- Meus Deus, ajude-me!

De repente, uma voz vinda dos céus lhe pergunta: 

- Que queres que Eu te faça?

- Salva-me, meu Deus! Respondeu o alpinista.
- Crês realmente que Eu posso salvá-lo?
- Sim, Senhor, eu creio.
- Então, corta a corda!

Depois de um profundo momento de silêncio, o alpinista agarrou-se ainda mais à corda.

- Por que duvidas? Não crês que eu posso salvá-lo? Insistiu a voz. – Se creres, verás a glória de Deus.

Conta a equipe de resgate que, no outro dia, encontraram o alpinista morto, congelado, com as mãos firmemente agarradas à corda... 

a apenas dois metros do chão. 



 

Muitas vezes, somos derrotados por falta de fé e discernimento
em ouvir e obedecer a voz que vem do céu! 


“O Senhor nosso Deus nos segura pelas mãos e nos diz: Não temas, Eu te ajudo”  (Isaías 41:13).

UMA LIÇÃO DE FÉ


Uma garotinha esperta de apenas seis anos de idade, ouviu seus pais conversando sobre André, seu irmãozinho mais novo. Ele estava muito doente e estavam completamente sem dinheiro. Somente uma intervenção cirúrgica muito cara poderia salvar o garoto, e não havia ninguém que pudesse emprestar-lhes dinheiro. A menina ouviu seu pai dizer à sua mãe chorosa, com um sussurro desesperado: 

- Somente um milagre poderá salvá-lo.
 

Ela foi ao seu quarto e contou as moedas que tinha escondidas no armário. Saiu devagarzinho pela porta dos fundos e andou cinco quarteirões até chegar à farmácia. Esperou pacientemente que o farmacêutico a visse e lhe desse atenção, mas ele estava muito ocupado no momento conversando com alguém. Finalmente foi atendida!
 

- O que você quer? – perguntou o farmacêutico com voz aborrecida. – Estou conversando com meu irmão que chegou de viagem e que não vejo há séculos – disse ele sem esperar resposta.
 

- Bem, eu quero lhe falar sobre meu irmão – respondeu a menina. – Ele está muito doente… E eu quero comprar um milagre.
 

- Como? – balbuciou o farmacêutico admirado.
 

- Ele se chama André e está com alguma coisa muito ruim crescendo dentro de sua cabeça e papai disse que só um milagre poderá salvá-lo. E é por isso que eu estou aqui. Então, quanto custa um milagre?
 

- Não vendemos milagres aqui, garotinha. Desculpe, mas não posso ajudá-la – respondeu o farmacêutico, com um tom mais suave.
 

- Escute, eu tenho o dinheiro para pagar. Se não for suficiente, conseguirei o resto. Por favor, diga-me quanto custa, insistiu a pequena.
 

O irmão do farmacêutico era um homem gentil. Deu um passo a frente e perguntou à menina:
 

- Que tipo de milagre seu irmão precisa?
 

- Não sei – respondeu ela, levantando os olhos para ele. – Só sei que ele está muito mal e mamãe diz que precisa ser operado. Como papai não pode pagar, quero usar meu dinheiro.
 

- Quanto você tem? – perguntou o irmão do farmacêutico.
 

- Um dólar e onze centavos – respondeu a menina num sussurro. – É tudo que tenho, mas posso conseguir mais se for preciso.
 

- Puxa, que coincidência! – sorriu o homem. – Um dólar e onze centavos! Exatamente o preço de um milagre para irmãozinhos. Leve-me até sua casa. Quero ver seu irmão e conhecer seus pais. Quero ver se tenho o tipo de milagre que você precisa.
 

Aquele senhor gentil era um cirurgião, especializado em Neurocirurgia. A operação foi feita com sucesso e sem custos. Alguns meses depois André estava em casa novamente, recuperado. A mãe e o pai comentavam alegremente sobre a seqüência de acontecimentos ocorridos.
 

- A cirurgia – murmurou a mãe – foi um milagre real. Gostaria de saber quanto custou!
 

A menina sorriu. Ela sabia exatamente quanto custa um milagre… Um dólar e onze centavos… Mais a fé de uma garotinha…
 (Desconheço a autoria)

domingo, 1 de setembro de 2013

ATIVIDADES









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